SKYY Vodka reforça sua origem em São Francisco com campanha multidisciplinar

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Dividida em três fases, a campanha terá uma primeira abordagem institucional, com reforço da origem da marca em São Francisco em OOH, outra para lançar a Casa Ponte, projeto que promove conhecimento e busca aliados para o universo LGBTQIA+ e a última, que inclui parcerias com projetos relacionados à diversidade

 

Nascida em São Francisco, terra da liberdade, da luta pelos Direitos Humanos e da tecnologia e inovação do Vale do Silício, SKYY Vodka traz, desde sua criação, em 1992, a essência dessa cidade única e pulsante. A marca lança, nesta semana, a primeira fase de uma campanha para anunciar seu novo posicionamento no Brasil, reforçando sua origem em uma das cidades mais provocativas e transgressoras do mundo.

A campanha multidisciplinar contou com o envolvimento de quatro parceiros do Gruppo Campari, proprietário da marca SKYY Vodka em diferentes disciplinas: publicidade, ativação, relações públicas e digital, que são Artplan, Mark up, PROS e Purple Cow. Além dessas quatro agências, a VICE Brasil tem participação no projeto com entregas de branded content para cobertura e geração de conteúdo. Todo o projeto foi feito com a curadoria do social artist Rodrigo Guima e o suporte do [SSEX BBOX], projeto de justiça social que busca oferecer perspectivas plurais sobre sexualidade e gênero a partir do relato das experiências de pensadorxs, educadorxs, ativistas, artistas e de outras pessoas por meio de pesquisas, conferências e consultoria.

Na primeira fase da campanha, assinada pelo diretor de criação da Artplan em São Paulo, Zico Farina. As peças de out of home estarão presentes nas praças São Paulo, Recife, Salvador e Campinas. Frases como “Plural as San Francisco. Free the new”, “Free as San Francisco. Free the new” e “Original as San Francisco. Free the new” estão em destaque nas peças.

Além disso, um filme de 30 segundos foi desenvolvido pela Artplan, que também será veiculado no digital. Um forte manifesto é narrado pela trans Leona Jhovis enquanto imagens e trilha conectam o texto ao universo de São Francisco e ao ato de “fazer a ponte”.

Link para o filme: https://youtu.be/xeMj_-hdMbY

A Artplan e a SKYY Vodka escolheram uma abordagem de aproximação das pessoas para transmitir a essência da Casa Ponte com entusiasmo e autenticidade. Para isso, alguns dos participantes do filme são casais verdadeiros, que saíram da vida real para a frente das câmeras. Gays, lésbicas e heterossexuais fazem parte do elenco.

Casa Ponte abre no dia 3 com participação da atriz trans de Sense8, Jamie Clayton

O nome “Casa Ponte” faz referência à icônica ponte Golden Gate, monumento símbolo de uma cidade que ampliou os diálogos, os conceitos e as ideias sobre liberdade, gênero e sexualidade. Para a abertura oficial, no dia 3 de outubro, para convidados, a marca traz a atriz trans, Jamie Clayton, que alcançou sucesso mundial por sua atuação como a hacker Nomi Marks, em Sense8, da Netflix. O Hotel Pullman também é parceiro do projeto e hospedará os anfitriões da casa e a atriz Jamie Clayton.

A casa na Rua dos Franceses, 350, vai estar aberta ao público de 4 a 15 de outubro e tem o objetivo de fornecer informação e conhecimento a fim de conquistar mais aliados para a causa LGBTQIA+, que é como são chamadas as pessoas que não se identificam como LGBTQIA+, mas que ajudam a impulsionar e defender a comunidade.

A casa terá três quartos criados pelxs três anfitriões do local, Daniela Mercury, Lea T e Johnny Hooker. Os espaços que vão retratar um pouco da intimidade e das características de cada uma das três personalidades. Durante todos os dias, a casa vai fornecer ampla programação com painéis, workshops e uma videoteca do Mix Brasil. “Os três anfitriões são líderes no tema diversidade em nossa sociedade, logo têm poder de influenciar positivamente as pessoas e nos ajudar a levar informação sobre o assunto”, afirma Marina Santos, diretora de marketing do Gruppo Campari, detentora da marca em todo o mundo.

“Queremos trazer essa força que está na origem de SKYY Vodka para aprendermos e contribuirmos com uma sociedade menos preconceituosa e resistente a mudanças. O que percebemos quando estávamos criando esse projeto é que o preconceito está diretamente ligado à falta de conhecimento, logo trazer as pessoas para aprender, conversar e interagir na Casa Ponte é uma forma de retirar de cena muitos mitos e medos que construímos como sociedade”, afirma Marina.

Todo esse novo posicionamento de SKKY Vodka no Brasil também nasce de dentro para fora. Para a criação deste projeto, foram realizadas duas sensibilizações promovidas pelo [SSEX BBOX], a fim de apresentar ideias atuais sobre gênero e sexualidade e discorrer sobre conceitos importantes como: corpo|genital, orientação afetivo-sexual, papel, expressão e identidade de gênero.

 

Carta de drinques do bar provoca reflexão e terá apenas drinques transparentes

A programação vai incluir ainda momentos de happy hour, das 19h às 22 horas. O bar de SKYY na Casa Ponte vai servir drinques especiais criados sob consultoria da jornalista e bartender Néli Pereira, do Espaço Zebra. Com os sabores mais diversos, feitos à base de hortelã, laranja, limão, lichia, baunilha e outros itens. Todos os drinques criados por Néli são transparentes. Ou seja, o objetivo da criação dela em parceria com a marca é mostrar, por meio da carta de drinques, que não é justo julgar ou rotular conforme a aparência, antes de conhecer sobre uma pessoa ou até mesmo um assunto.

 

SKYY apoia conferência Internacional sobre o tema

Além da programação da Casa Ponte, no mês de novembro já na terceira fase do projeto, a marca dá continuidade às ações junto ao público LGBTQIA+ e será apoiadora oficial da 3ª Conferência Internacional [SSEX BBOX] e Mix Brasil, que acontece em São Paulo e oferece uma ampla programação de 15 a 26 de novembro. A conferência é o maior evento LGBTQIA+ da América Latina e leva conhecimento, informação e traz a discussão de temas essenciais sobre gênero, sexualidade e o universo LGBTQIA+. Vale citar que a entrada é gratuita e o evento será no Centro Cultural São Paulo (CCSP), que fica na Rua Vergueiro.

Segundo Marina Santos, essa presença é uma forma de dar continuidade à casa, mantendo uma conexão real e contínua com as questões LGBTQIA+. “Existem muitas formas de contribuir para que mais pessoas ‘façam a ponte’, conheçam e respeitem a comunidade LGBTQIA+. Nos sentimos na responsabilidade de prosseguir nesse objetivo e uma das formas de realizar isso é apoiando a conferência ”, afirma a diretora.

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