Itaú Unibanco evolui momento de marca e reforça centralidade no cliente

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Nova comunicação pergunta o que os clientes estão buscando e vai permear toda a estratégia do banco a partir de agora, colocando as pessoas como centro do negócio

A centralidade no cliente e a necessidade de se comunicar com o público de uma maneira mais alinhada ao momento atual da sociedade são os preceitos que levaram a uma atualização na comunicação do Itaú Unibanco, colocada em prática a partir deste novo ano, com a estreia do filme “Campo de Busca” na mídia tradicional e digital.

 A nova etapa tem o objetvo de focar no que o cliente busca, nas suas necessidades e, principalmente, em garantir a satisfação com os produtos, serviços e atendimento oferecidos pelo banco.  

 “Atualizamos nossa comunicação para que ela reflita, de maneira clara, o momento das pessoas. Queremos trazer elas ainda mais para o centro das nossas conversas, uma vez que acreditamos que podemos ser um facilitador de suas realizações. Estamos falando de uma evolução que reforça o papel do banco em uma sociedade em transformação”, afirma Fernando Chacon, Diretor Executivo de Marketing do Itaú Unibanco. 

 A estratégia visa elevar o Itaú a um novo patamar de marca, chamado internamente de “Mudar de Liga”, e ser comparado às melhores empresas do mundo em satisfação de clientes.

 “Não adianta o gestor de um negócio continuar tentando adivinhar o que as pessoas querem. O mundo mudou, e precisamos deixar claro que o olhamos de uma forma diferente da do passado. Queremos ouvir as pessoas, saber o que elas estão realmente buscando”, diz Chacon.

 Assinada pela agência Africa, “Campo de Busca” celebra esse marco institucional e uma mudança em todas as comunicações que virão pela frente. E a partir deste ano passam a integrar-se em torno de um único eixo narrativo (assista).  Com o conceito criativo “O que você está buscando?”, as peças institucionais e de produtos ao longo de 2019 buscarão inspirar as pessoas a serem protagonistas de sua própria história e realizarem seus objetivos de vida.

 Neste primeiro filme, diversas situações e cenários servem como pano de fundo para o que cada um procura em seu “campo de busca”, símbolo que representa a ferramenta universal para pesquisas na internet. Na peça, o “campo” aparece como norte para reflexões sobre prioridades e metas para o futuro, refletindo um comportamento natural das pessoas.  Querer conhecer o mundo, criar um negócio, começar uma nova carreira, encontrar pessoas e curtir as férias são algumas das aspirações que preenchem o “campo de busca” e servem como ponto de partida para um diálogo mais aberto e humano entre o banco e o público.

 “Teremos uma série de filmes conectados ao negócio sobre assuntos que as pessoas estão procurando constantemente. Usamos como referência buscas nas mídias sociais, nos mecanismos de pesquisa, nas nossas centrais de atendimento e todos os nossos pontos de contato. São dados concretos que irão definir o que de fato vai se transformar em um filme”, afirma Chacon.

 A estratégia também resgata o uso do “i digital”, criado há 20 anos, como forma de destacar a centralidade nos clientes (uma vez que o @ representa as pessoas na internet) de maneira totalmente alinhada aos códigos da marca.  

 Desta forma, o Itaú passa a trazer o que há de mais humano e inspirador como aspecto central e integrador de todas as suas comunicações e em todos os pontos de contato. Uma nova postura que demonstra o esforço do banco para atingir a satisfação das pessoas, clientes e não-clientes.  

 Com produção assinada pela Saigon, “Campo de Busca” conta com versão de 30” que será exibida na TV aberta, fechada, cinema, redes sociais do banco e no canal do Itaú no YouTube: https://www.youtube.com/user/BancoItau.

 A nova linguagem começou a ser aplicada no último filme de 2018 do Itaú Unibanco, “O que você quer buscar em 2019?”, e em um trabalho interno de mobilização dos colaboradores. Nas próximas semanas, ela segue com a divulgação de novas campanhas específicas de produtos, com ações na mídia convencional, digital e cinema.

Mudando de liga

O processo começou também com um importante passo dentro do próprio Itaú: antes de ir para as ruas, o conceito “Mudar de Liga” ganhou os corredores da empresa, em campanha interna direcionada para engajar os colaboradores na centralidade total no cliente. A mobilização contou com a participação desde o início de Candido Bracher, CEO do banco, que escreveu uma carta de próprio punho e enviou um áudio de WhatsApp para os colaboradores, além de gravar a locução de filmes internos. Ainda dentro deste movimento de centralidade, a área de Ouvidoria do Itaú passou a se reportar diretamente ao CEO em janeiro.

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