Agência Sallero adota Fhinck e aumenta em 20% a produtividade operacional

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Agência de Connected Experiences implantou software de Inteligência Artificial para aumentar eficiência do negócio

A Sallero, agência de connected experiences – Live Marketing, Mídia e Digital, adotou o software de people analytics para performance Fhinck. Com a solução, implantada há cerca de um ano, a agência conseguiu obter uma visão mais ampla e assertiva da operação, com análises de dados em tempo real e índices de engajamento interno, o que permitiu identificar gargalos nas áreas, melhorias de processos, redução de custos, além de um aumento de 20% em produtividade.

De acordo com João Paulo Filomeno, CEO da Sallero, a agência está sempre em busca de inovação para testar. Foi assim que ele conheceu a startup brasileira Fhinck – focada em aumentar a performance e eficiência dos processos de negócios. “Gostamos de testar inovação antes de oferecer ao cliente. Encontramos na Fhinck uma ferramenta adaptável para a realidade do nosso negócio, que é muito dinâmico”, conta.

Sem concorrentes diretos, o Fhinck é um software baseado em Inteligência Artificial, de fácil e rápida implementação (plug and play) e comercializado como SaaS (Software as a Service), com licença mensal por computador. Uma vez instalado, o software entende automaticamente como os usuários estão trabalhando, trazendo insights com foco em eficiência operacional e people analytics.

Com esses dados (Big Data) , os algoritmos analisam automaticamente e sem intervenção dos usuários as oportunidades para aumentar a eficiência operacional a partir de análises de:

  • Nível de foco e concentração das equipes nas atividades produtivas (ex.: análise do tempo no computador e de atividades fora do computador);
  • Relatórios manuais que possuem potencial para serem eliminados, substituídos por relatórios sistêmicos ou automatizados (ex.: análise do gasto de tempo de planilhas em toda a empresa);
  • Atividades manuais repetitivas devem ser priorizadas para robotização ou integração sistêmica (ex.: análise de copiar e colar entre telas de sistemas).

Na Sallero, o Fhinck permitiu tomadas de decisões mais ágeis e respaldadas por dados. Durante a crise econômica, por exemplo, o sistema ajudou a empresa a ter uma visão melhor das medidas que deveriam ser tomadas, sem prejudicar a operação e ainda de forma a otimizar a estrutura, reduzindo custos.

Filomeno também contou que o maior desafio com a adoção do sistema foi quebrar a resistência dos colaboradores em relação ao software. “É natural todos compararem o software a um big brother e o nosso maior desafio foi desmistificar essa ideia. Optamos pelo diálogo e transparência com os colaboradores, além de entregar um canal de benefícios para que eles enxergassem o valor do sistema”.

O maior desafio se tornou uma oportunidade. O CEO da Sallero decidiu criar, junto com a Fhinck, um relatório de desempenho para cada colaborador a fim de apresentar os seus índices de forma personalizada e por área de atuação, além de pontos de melhorias.

“A ferramenta deu a possibilidade de avaliarmos a produtividade fora do escritório também, o que viabilizou a implantação de um benefício muito desejado pelos colaboradores, o home office. Conseguimos mensurar um aumento de 20% em produtividade”, afirma.

Segundo Paulo Castello, CEO da Fhinck, o projeto com a Sallero trouxe a oportunidade de contribuir cada vez mais na jornada do colaborador dentro das empresas. “O Fhinck é um sistema que aprende e evolui com cada empresa e indivíduo a fim de ajudá-los a ter maiores ganhos em performance, resultados e, principalmente, qualidade de vida”, concluiu.

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